BLOG DO ALUIZIO AMORIM

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quarta-feira, fevereiro 21, 2018

NÃO ACABA MAIS NA QUARTA-FEIRA


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
O carnaval está se tornando cada vez mais longo. Começa muito antes do sábado e não acaba na Quarta de Cinzas. Às favas as tradições religiosas da Quaresma. Isso em um país que é tido como de maioria católica. Aliás, tradições, essas memórias do tempo, irão se esvaindo até se tornarem invisíveis para novas gerações.
Nas produções elaboradas e rutilantes das escolas de samba, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, todo ano pobres se vingam transformando-se em reis e rainhas. Mulheres se despem para satisfação de nativos e estrangeiros. A proximidade, nos carros alegóricos, com personalidades populares leva ao nirvana misturado com samba.
Durante horas desfilam escolas competindo entre si para alcançar o primeiro lugar, porque viver é competir. Nas arquibancadas o público não sente sono, fome ou cansaço durante toda a noite até a manhã do dia seguinte. Algo inimaginável caso fosse obrigatório como trabalhar. Aí cansava demais porque ninguém é de ferro. Nos camarotes, ricos e famosos se entretêm comendo, bebendo, fofocando. O desfile é de menos porque sabem que aqueles reis e rainhas são de mentirinha.
Neste ano chamou atenção no sambódromo críticas políticas e sociais. A campeã Beija-Flor trouxe para a avenida encenações da violência e da corrupção. Esta era expressa pela ratazana simbolizando o petrolão do PT. Homens vestidos com ternos pretos e guardanapos nas cabeças representavam o ex-governador atualmente preso, Sérgio Cabral, e seu pessoal na famosa estada em Paris.
A Beija-Flor foi muito aplaudida pelo público que pagou caro para assistir aos desfiles. Apenas ficou esquecida a corrupção do presidente de honra da escola, o bicheiro Anísio Abrahão David, e o fato dos cariocas terem eleito Sérgio Cabral duas vezes, além do seu sucessor, Pezão. Sem falar que o PT era ou ainda é forte no Rio de Janeiro. Se Lula se safar no Supremo, certamente muitos cariocas votarão nele novamente.
A vice-campeã, Paraíso do Tuiuti, mostrou ser uma escola caprichosamente aparelhada pelo PT e seus agregados, como o PSOL. Agradou as arquibancadas com críticas ao presidente Temer vestido de vampiro, carteiras de trabalho estragadas pela reforma trabalhista e os “manifestoches”, vestidos com camisas verde-amarelas e manipulados pela Fiesp, símbolo do capitalismo.
Paradoxalmente, “manifestoches” foram os milhões de brasileiros que bateram panela e, espontaneamente, foram às ruas em todo país para pedir a saída de Dilma Rousseff, de Lula e do PT. Os carnavalescos da Tuiuti não apresentaram os chamados “pães com mortadela”, que recebem um lanche e alguns trocados para irem em ônibus fretados pela CUT às manifestações de interesse do PT, sem saberem aonde e porquê vão.
Nenhuma escola mostrou o Tríplex, o Sítio de Atibaia e outras maracutaias de Lula, ficando assim um misto de incoerência e cinismo da parte dos carnavalescos. No fundo foi a revolta, não política, mas da falta de verba pública, apesar de que não devem ter faltado verbas de variadas fontes.
Quanto ao carnaval de rua, que se expressa através dos blocos, levou milhões para a folia. São Paulo deixou de ser o “túmulo do samba” e fervilhou de gente que pulou freneticamente sem parar por dias seguidos, braços para o ar numa espécie de transe coletivo. Tanto lá quanto no Rio, sobrou um rastro de imundície e fedor de urina, qual souvenir de nossa marca cultural.
Observando bem, o aumento dos blocos indica que o povo tomou gosto de ir às ruas. Ao mesmo tempo, aconteceu um tipo de compensação prazerosa: substitui-se momentaneamente a realidade virtual das redes sociais, onde não há contato físico, pelo realismo material do outro, mesmo que fosse para ser tocado, roubado, apalpado, beijado, etc. e tal. E assim caminha a irracionalidade das criaturas que se julgam racionais.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga, professora, escritora.

Sponholz: Já vai tarde...

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terça-feira, fevereiro 20, 2018

POR QUE JAIR BOLSONARO TEM RAZÃO?


O pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro explica nesta entrevista no vídeo acima seu voto em favor do decreto da intervenção no Rio de Janeiro. E somente aqueles que pretendem continuar se locupletando, mamando de uma forma ou de outra nas tetas estatais é que discordam de Bolsonaro.

A verdade é que só e apenas com uma iniciativa militar como a ocorrida em 1964 seria capaz de por fim a esse estado de descalabro em que se encontra o Brasil e cujos principais responsáveis conforme expliquei aqui são três ajuntamentos políticos: o MDB, PSDB e PT. 

E a prova do que estou afirmando é que nenhuma dessas siglas consegue colocar de pé um nome viável eleitoralmente como candidato presidencial. E isso dá a exata medida do silencioso repúdio do povo brasileiro a qualquer nome oriundo desses três ajuntamentos políticos.
Tanto é que essa gentalha do MDB, PSDB e PT não pode mais aparecer em lugares públicos e muito menos viajar de avião e transitar em saguão de aeroporto.

E, por causa desses trastes, o Brasil está no fundo do poço e a um passo de se transformar em uma nova Venezuela. Afinal, todas as iniciativas do Governo indicam isso. A começar por uma intervenção militar no Rio de Janeiro sem que os militares possam levar a cabo sua missão, ou seja, detonar a bandidagem.

E nesse funesto mister os coveiros do Brasil contam com o apoio irrestrito dos cafajestes das redações da grande mídia e que a todo momento convocam ativistas de ONGs de direitos humanos e comunistas das áreas de ciências humanas das universidades para reforçar o discurso no qual os direitos humanos são invocados em favor de bandidos.

Estranho, muito estranho é ver as Forças Armadas obedecendo um Ministro da Defesa comunista e admitindo tudo isso.

EM CIMA DO LANCE: Logo após ter escrito o artigo acima o site O Antagonista publicou esta nota:

Exército perde mandados coletivos de busca
O governo desistiu dos mandados coletivos de busca – como aquele que permitiu prender Elias Maluco.
Lauro Jardim disse que, na reunião de hoje no Rio de Janeiro, os ministros Torquato Jardim, Grace Mendonça e Sérgio Etchegoyen concluíram “que não é possível bancar juridicamente” a medida.

domingo, fevereiro 18, 2018

QUEM DIRIA, HEIN? FOI SÓ O PARAGUAI LIVRAR-SE DOS COMUNISTAS E A ECONOMIA COMEÇOU A BOMBAR, ENQUANTO O BRASIL PATINA NA LAMA VERMELHA.


Durante muito tempo o Paraguai foi motivo de chacota até o momento em que decidiu livrar-se da canalha comunista que, com o apoio dos comunistas brasileiros - leia-se PT, PSDB e MDB e toda a grande mídia - havia levado ao poder naquele país o Bispo Fernando Lugo, uma versão de Lula de batina.

Com Lugo na Presidência o Paraguai estava pronto para se transformar numa nova Venezuela, aliás bafejado à época pelo tiranete Hugo Chávez e com o apoio dos comunista brasileiros.

Políticos e empresários resolveram dar um basta ao estado de calamidade e terrorismo no país e a Assembléia Nacional destituiu o bispo vermelho Fernando Lugo que foi simplesmente detonado pelo escore de 39 a 4. Isto aconteceu em 22 de  julho de 2012.

Toda a imprensa brasileira, como não poderia deixar de ser, gritou unâmime: "é golpe". A partir daí o Paraguai deixou de ser notícia na grande mídia brasileira embora esteja aí ao nosso lado e continue parceiro da nossa Itaipu. Além disso está crescendo economicamente.

Não se sabe no entanto como está o estado geral dessa mega usina construída sim pelo governo militar de 1964, já que o Brasil está sucateado como nunca antes na história desse país, desde que a canalha comunista retornou ao poder. Repito: sob o comando do MDB, PT, PSDB.

Agora à tarde, zapeando pelo Facebook encontrei o vídeo acima, postado pelo pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro. Trata-se de um vídeo de promoção comercial da empresa Paraguay Invest Developmentque aliás tem um belo site.

Bolsonaro indaga em sua postagem: “Por que o Paraguai cresce, em média, 7% ao ano”? , e explica: "seus ministros são todos técnicos, sem indicações políticas; energia barata (Itaipu); sem burocracia, desregulamentação; impostos mais baixos".

Embora seja um vídeo promocional de uma empresa dá para ter uma ideia das mudanças ocorridas no Paraguai 6 anos depois desse país ter se livrado da praga comunista. A própria existência dessa empresa voltada a turbinar negócios empresariais já é por si só um exemplo concreto da performance paraguaia. Quem sabe não seria uma boa pauta para os programas da Rede Globo?, ao invés de (argh!) matérias sobre a "diversidade bundalelê"?

E, para concluir: seria possível na atual conjuntura política, econômica e social do Brasil uma empresa desse viés concitar empresários a investir no Brasil?

Sponholz: Narizinho sensível...

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sábado, fevereiro 17, 2018

A INTERVENÇÃO DESARMADA E A CRIAÇÃO DE MAIS UMA BOQUINHA. VEM AÍ O "MINISTÉRIO DA (IN) SEGURANÇA".

Enquanto a mídia anuncia neste sábado que Michel Temer vai criar o 'Ministério da Segurança', coisa que não passa de mais uma 'boquinha' que funcionará como moeda de troca no balcão de negócios em que o MDB, PT e PSDB transformaram o ato de governar.

O essencial permanece intocável. As Forças Armadas e as polícias continuam manietadas pela lei do desarmamento da polícia que concede o armamento para os bandidos. Por tudo isso a propalada intervenção no Rio de Janeiro, como as demais incursões das FFAA na ex-cidade maravilhosa, tem tudo para não resolver nada. 

De tudo que tem sido dito pela grande mídia - useira e vezeira em produzir fake news e adaptar a narrativa dos fatos aos interesses do establishment - um artigo do jornalista J. R. Guzzo (José Roberto Guzzo) é um ponto fora da curva. Ainda mais quando está estampado no site da revista Veja justamente a principal ponta de lança dos escusos interesses do dito establishment e que exala os últimos suspiros, enquanto mendiga assinaturas para não fechar as portas. O que aliás está acontecendo com todos os ex-grandes veículos de mídia aqui no Brasil e em todos os países do mundo.

Seja como for, o fato é que o artigo de J.R. Guzzo é uma exceção e diz tudo. Faz um inventário sucinto dessa destrambelhada dita "intervenção" no Rio de Janeiro. Transcrevo:

EMPULHAÇÃO
Por J. R. Guzzo
As Forças Armadas, com o Exército à frente, são a organização mais respeitada do Brasil. Dão de 10 a 0 no Supremo Tribunal Federal, no Ministério Público, nos juízes que ganham o “auxílio-moradia”, na mídia e no Congresso Nacional. Ganham de longe de qualquer organização civil ─ sindicatos, empresas estatais ou privadas, confederações disso ou daquilo, clubes de futebol, OABs e similares. É melhor nem falar, então, da Igreja Católica e das CNBBs da vida ─ e muito menos desses lúgubres “movimentos sociais”, entidades de “minorias” e outros parasitas que vivem às custas do Tesouro Nacional. Enfim, as Forças Armadas têm mais prestigio que qualquer outra coisa organizada que exista neste país. Militar não rouba. Militar não falta ao serviço. Militar não é nomeado por político. É exatamente por essas razões ─ por ter nome limpo na praça, e valer mais aos olhos do público do que todos os três poderes juntos ─ que o Exército foi chamado para defender um Rio de Janeiro invadido, tomado e governado na prática por um exército de ocupação de criminosos. Mas é só por isso, e por nada mais: o governo chamou os militares, porque esta é a única maneira de tentar mostrar à população que está “fazendo alguma coisa” contra a derrota humilhante que lhe foi imposta pelos bandidos. O Exército não pode derrotar o crime no Rio de Janeiro. Nenhum exército foi feito para isso, em nenhum lugar do mundo. Pode haver algum alívio durante um certo tempo, mas depois a tropa tem de sair ─ e aí o crime volta a mandar, porque é o crime, e não o governo e sua polícia, quem manda no Rio de Janeiro.

O governo Michel Temer, no caso, é culpado por empulhação ─ mas só por empulhação. Pela situação do crime no Brasil, com seus 60.000 assassinatos por ano, recordes de roubos, estupros e violência em massa, e a entrega da segunda maior cidade do país à bandidagem, as responsabilidades vão muito além. A culpa pelo desastre, na verdade, é conjunta ─ o que não quer dizer, de jeito nenhum, que ela é dos cidadãos. Ela é de todos os que têm algum meio concreto de influir na questão e não fazem o seu dever. Como é possível enfrentar a sério o crime se temos leis, um sistema Judiciário e agentes do Estado que protegem ativamente os criminosos? Afinal, do jeito em que está a ordem pública no Brasil, eles têm praticamente o direito de cometer crimes.

A maior parte da mídia mantém uma postura de hostilidade aberta à polícia ─ nada parece excitar tanto o fervor do noticiário do que as denúncias contra a “violência policial”. Obedece, ao mesmo tempo, a mandamentos de simpatia e compreensão perante os criminosos, sempre tratados apenas como “suspeitos”, vítimas da situação “social” e portadores prioritários de direitos. A maior parte dos 800.000 advogados do país é contra qualquer alteração que torne menos escandalosa a proteção e garantias fornecidas ao crime pelas leis atualmente em vigor. Policiais são assassinados em meio à mais completa indiferença ─ policial bom é policial morto, parecem pensar governo, oposição e quem está no meio dos dois. Os bispos, as ONGs, as entidades de defesa dos direitos humanos, as variadas “anistias” internacionais que andam por aí, as classes intelectuais, procuradores, juízes, políticos e mais uma manada de gente boa são terminantemente contra a repressão ao crime. Punição, segundo eles, “não resolve”. Sua proposta é esperarmos até o Brasil atingir o nível educacional, cultural e social da Noruega ─ aí sim, o problema estará resolvido.

A jornalista Dora Kramer, na sua coluna da última edição de VEJA, escreveu o que está para ser dito há muito tempo e ninguém diz: a cidade do Rio de Janeiro vive, hoje em dia, como se estivesse ocupada por uma tropa de invasão nazista. Nem mais nem menos. Um invasor do país tem de ser combatido com guerra, e não com decretos, criação de “ministérios de segurança” e a intervenção de um Exército que é mandado à frente de combate com as mãos amarradas. Não tem estratégia clara. Não tem missão definida. Não tem a proteção da lei. Não tem o direito de usar suas armas dentro da finalidade para a qual elas foram projetadas e construídas. Não tem meios adequados sequer para proteger os seus próprios soldados ─ muito menos, então, para atacar o inimigo. Enquanto for assim, o Rio continuará entregue aos invasores. (Do site da revista Veja)

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

VÍDEO: O SHOW RURAL COM JAIR BOLSONARO REVELA O PENSAMENTO SOCIAL, ECONÔMICO E POLÍTICO DO PRÉ-CANDIDATO PRESIDENCIAL. VALE A PENA CONFERIR.


Pouco antes do carnaval o pré-candidato presidencial Jair Messias Bolsonaro esteve no Paraná e no Mato Grosso do Sul, quando realizou contatos sobretudo com o o setor empresarial do agronegócio, ou seja, esse segmento que põe comida na mesa dos brasileiros e o excedente exporta. No jargão do setor exportador esse volume imenso, sobretudo de grãos e carnes, constituem as commodities que, a rigor, sustentam economicamente o Brasil.

Além do contato com esse importante segmento produtivo, o pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro, também contatou com o eleitorado do campo sendo que os diversos vídeos dessa visita estão na página oficial de Jair Messias Bolsonaro no Facebook. Não faltaram as recepções ruidosas de eleitores de Bolsonaro nos Aeroportos de Cascavel e também de Dourados, no Mato Grosso do Sul.

No vídeo acima está a entrevista completa concedida à Rádio CBN Cascavel, Paraná, no Programa Show Rural, comandado pelo radialista Valdomiro Cantini. Recomendo que assistam para saber qual o pensamento de Bolsonaro em relação as diversos temas que integram a pauta dessa pré-campanha. A entrevista está na íntegra e foi transmitida ao vivo na ocasião pelo Facebook. Todavia muito leitores do blog, suponho, não usam o Facebook e por isso esta postagem é também relevante. Repito: vale a pena ver e ouvir.

Sponholz: Surrealismo tropical.

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quinta-feira, fevereiro 15, 2018

SUPER-EXTRA! ADVOGADO MODESTO CARVALHOSA DIVULGA ARTIGO ESPECIAL DENUNCIANDO "A FARSA DA NOVA URNA ELETRÔNICA".

O advogado Modesto Carvalhosa acaba de postar em sua página do Facebook um artigo extenso porém denso em informações sobre rumoroso caso das 'urnas eletrônicas' e a questão da confiabilidade e possibilidade de auditoria face a eventuais dúvidas e suspeitas de fraude. A lisura do pleito de outubro deste ano de 2018, portanto, está em jogo caso o TSE permaneça tergiversando e com a PGR tentando derrubar a Lei do Voto Impresso aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. 
Transcrevo na íntegra o artigo publicado pelo advogado Modesto Carvalhosa, de forma especial para aqueles leitores que por ventura não utilizam o Facebook. Leiam:

O texto a seguir foi feito por muitas mãos. É grande, mas explica, de modo ordenado e histórico, o que está verdadeiramente acontecendo. Pedimos que COMPARTILHEM. Precisamos que a OPINIÃO PÚBLICA saiba o que está acontecendo. Marque seus amigos, seus conhecidos. Marque a imprensa e quem interessa. Contamos com TODOS vocês. É a nossa chance.
RAQUEL DODGE, GILMAR MENDES E A 
FARSA DA 'NOVA URNA ELETRÔNICA'
A ação de inconstitucionalidade movida pela procuradoria-geral da república CONTRA a lei do VOTO IMPRESSO, protocolada no STF às vésperas da transmissão da presidência de Gilmar Mendes ao ministro Luiz Fux, dia 05 de fevereiro, sem dúvida tem relação com algo extremamente GRAVE.
Na ação, a Dra. Raquel Dodge requer em caráter liminar a suspensão das atividades do TSE relativas à IMPLEMENTAÇÃO da lei, sendo o próprio ministro Gilmar Mendes o relator da matéria na suprema corte.
Na ânsia de boicotar a todo custo a impressão do voto, aprovada DUAS VEZES por AMPLA MAIORIA do congresso em 2015, refletindo a vontade da população brasileira, conforme já apontado em diversas pesquisas de opinião pública, Gilmar, como presidente do TSE, endossou uma farsa insustentável, que tinha por objetivo ser usada como justificativa para a NÃO IMPLEMENTAÇÃO do voto impresso.
A estória contada pelo TSE é de que seria necessário adquirir um novo modelo de urna eletrônica para o atendimento da legislação no que tange à impressão do voto. De forma absolutamente irresponsável, a primeira providência da secretaria de tecnologia da informação foi OCULTAR o fato de que as urnas existentes sob a guarda do TSE, cerca de 550 mil, SÃO APTAS para a impressão do voto, bastando para isso o simples acoplamento de impressoras, a um custo significativamente mais baixo que o de se adquirir urnas novas, que IGUALMENTE iriam precisar de impressoras.
Em seguida a ocultação da verdade, contrataram, sem licitação, um instituto de pesquisa privado a um custo de SETE MILHÕES de reais para desenvolver o projeto da nova urna eletrônica, desnecessariamente, DESPREZANDO as 550 mil existentes que poderiam acoplar impressoras.
Protelando de toda a forma a implementação da legislação, o TSE lançou em 2017 o prospecto da "nova urna eletrônica", tendo ocorrido inclusive uma cerimônia de lançamento na qual diversos ministros evidenciaram a "beleza e o design" do equipamento. Não houve nenhum comentário relativo ao CUSTO EXTRA de aquisição comparado ao custo das impressoras, o que era o verdadeiramente necessário.
Este prospecto é realmente uma das pérolas da farsa engendrada pelo TSE. Tal documento é uma demonstração cabal da má fé e da conduta inadequada e nitidamente MALICIOSA de alguns servidores do tribunal, que agiram sob o endosso de seu presidente.
O prospecto se configura, portanto, uma coleção de PROVAS.
A proposta de substituir 35 mil urnas a cada dois anos é simplesmente inacreditável. Parece uma forma encontrada para ludibriar quem não entende do assunto.
É preciso notar que de acordo com esta proposta, o TSE JAMAIS viria a implementar a lei. A matemática não mente:
Se a necessidade de reposição anual é de dez por cento, conforme informações do próprio TSE, cerca de 55 mil urnas por ano, a pergunta é: de que tipo seriam as outras 35 mil urnas adquiridas por ano para atender a necessidade de reposição? Iriam ser desprovidas de impressoras?
É surreal a desfaçatez dos irresponsáveis que fizeram este documento vir a público dessa maneira. Não se deram sequer ao cuidado de fazer as contas, pois se o objetivo era realmente implementar aos poucos, a medida da necessidade de reposição, o número correto seria de 55 mil urnas por ano, e não 17.500 em média. Uma vergonha que a máquina pública seja utilizada dessa forma na tentativa de se obstruir a aplicação da lei.
Até o final de novembro, a farsa ia caminhando bem, atingindo seu objetivo.
O que o TSE não contava, porém, foi com uma denúncia feita em audiência pública na Câmara dos Deputados, no dia 30/11/17, na qual foi apresentado um comunicado do próprio TSE, datado de 2009 e assinado pelo Ministro Carlos Ayres Britto, atestando que as urnas eletrônicas adquiridas daquela data em diante se prestavam TODAS ao ACOPLAMENTO de IMPRESSORAS.
A BOMBA estourou no TSE imediatamente, e no dia seguinte ao da audiência pública o coordenador de sistemas eleitorais admitiu, ao ser questionado durante entrevista coletiva, que as urnas existentes realmente poderiam ser utilizadas para a impressão do voto, desde que acopladas a impressoras!
Estava finalmente desmascarada a farsa da necessidade de uma nova urna para o cumprimento do disposto na lei eleitoral.
O que se viu a partir daí foi mais uma sequência de horrores, e de novos atos ilícitos em sequência, na tentativa de encobrir a verdade e obstruir a ação da justiça, no que se refere aos crimes praticados contra a administração pública até aquele momento.
Na tentativa de passar despercebido, sem dar a menor explicação do motivo pelo qual havia desistido das novas urnas eletrônicas, o TSE, logo no primeiro dia útil após a farsa ter sido desmarcada, anunciou em seu site, na segunda feira 4 de dezembro, que iria promover uma licitação para a compra de impressoras.
Na semana seguinte, no dia 12, anunciou, novamente em seu site, a realização de uma sessão pública marcada para apenas dois dias depois, visando dar caráter de legalidade e transparência ao processo licitatório decidido às pressas, resultante da impossibilidade de se levar adiante a farsa mal sucedida.
Mal organizado, mal divulgado e lançado durante o recesso da maioria das empresas, com fortes indícios de superfaturamento e direcionamento, o certame foi alvo de severas críticas e recursos por parte da sociedade civil organizada, que, vigilante, denunciou na mídia mais uma tentativa do TSE de favorecer à empresa Smartmatic, velha conhecida do tribunal, desclassificada do pregão eletrônico após as fortes pressões, "por razões técnicas" de acordo com o alegado pelos membros da comissão de assessoramento técnico da licitação, promovida durante o período de recesso do próprio tribunal.
Coincidentemente, exatamente nesta mesma data, 05 de fevereiro, dia da desclassificação da Smartmatic, justamente na véspera da transmissão do cargo de presidente do TSE do Ministro Gilmar Mendes para o Ministro Luiz Fux, foi protocolada no STF a ação de Raquel Dodge, mais de dois anos após o Congresso ter DERRUBADO o veto imposto pela presidente Dilma à lei do voto impresso.
Alguém, em sã consciência, seria capaz de dizer que a ação da PGR não tem nada a ver com todos estes fatos?
O que está parecendo é que o TSE, pressionado e acuado após ser flagrado em conduta ilícita, tenta resolver o problema causado por ele mesmo através de uma solução jurídica, uma chicana, na qual não se sabe de que forma foi envolvida a procuradora-geral da república, que é também a procuradora-geral eleitoral.
A procuradora-geral, que já havia sido alertada no dia 4 de dezembro, por membros do CMind - Comitê Multidisciplinar Independente, profundos conhecedores do assunto, através de petição na qual requereram a realização de uma audiência pública para fins de esclarecimentos, nem ao menos respondeu à demanda da sociedade. Posteriormente, outra petição relativa à questão foi protocolada na PGR, no mesmo sentido, desta vez pelo Movimento Convergências, mas novamente a PGR se fez de morta, preferindo se manter em silêncio até o dia 05 de fevereiro deste ano, quando deu entrada no STF na ADI contra a lei do voto impresso, aparentando uma articulação com o TSE.
A petição do CMind pode ser acessada através do link: http://cic.unb.br/~rezen…/trabs/PeticaoAudPublicaTSE2017.pdf
A decisão no momento está, a exemplo do que aconteceu antes das eleições de 2014, nas mãos do STF.
Cabe a TODOS, cabe ao POVO BRASILEIRO, aos parlamentares, às entidades da sociedade civil e à imprensa, o dever de DEFENDER a LEI do VOTO IMPRESSO, único meio de se garantir a segurança, a transparência e a lisura do processo eleitoral, e a integridade e a veracidade do resultado das urnas nas próximas eleições."

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Spoholz: Barraqueiro.

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PETROBRAS TORRA MEIO BILHÃO DE REAIS COM PROPAGANDA ENQUANTO EXPLORA OS CONSUMIDORES BRASILEIROS COBRANDO PELA GASOLINA O MAIOR PREÇO DO MUNDO.


Apesar do monopólio na produção de petróleo e seus derivados, principalmente gasolina, e de controlar o mercado, a Petrobras presidida por Pedro Parente acha relevante gastar mais de meio bilhão de reais (exatos R$550 milhões) durante 30 meses em propaganda.
Para ter tanto dinheiro em caixa, a Petrobras mantém margens de lucro elevadas com a política de preços que explora o consumidor brasileiro. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A Petrobras justifica a exploração com “preços internacionais”, mas não se conhece qualquer país com gasolina tão cara quanto a brasileira.
Pedro Parente convenceu o presidente Michel Temer e reproduzir a sua lorota dos “preços internacionais”, na qual poucos acreditam.Até o Paraguai, que não produz petróleo, vende gasolina da Petrobras, nos postos da petroleira, a R$2,45 o litro (R$2,62 a gasolina aditivada).
A estatal Petrobras gastou quantia superior a R$3,71 bilhões com publicidade e propaganda, nos últimos quinze anos. Do site Diário do Poder.